Percorre as minhas mĂŁos!
Sente como estĂŁo frias!
SĂŁo duras, grossas...
Estas mĂŁos nĂŁo foram feitas
Para dar amor.
Estas mĂŁos nĂŁo sĂŁo receitas
Para a tua dor.
Sente o toque áspero!
E vĂŞ estas mĂŁos frias,
Escuras do quente sol.
Estas mĂŁos sĂŁo tuas
Apesar de nĂŁo terem beleza
SĂŁo duas mĂŁos duras
Na busca de uma certeza...
E com estas duas mĂŁos frias
Semeio estrelas no quintal
E fico á espera do final
Para brilharem no chĂŁo.
aster
domingo, abril 10, 2005
Deixa-me Ficar!
Penetro no ser que Ă© teu
E voo para lá da Terra,
Para lá do céu...
Penso em ti,
Tento procurar
Uma forma, uma maneira
De chegar...
Chegar mais longe que a razĂŁo,
Mergulhar na ilĂcita sabedoria
Que Ă© tua,
Que Ă© dura
E Ă© rio, corrente quieta...
Deixa-me ficar
E viajar no teu mundo
Até ao teu profundo mar!
aster
E voo para lá da Terra,
Para lá do céu...
Penso em ti,
Tento procurar
Uma forma, uma maneira
De chegar...
Chegar mais longe que a razĂŁo,
Mergulhar na ilĂcita sabedoria
Que Ă© tua,
Que Ă© dura
E Ă© rio, corrente quieta...
Deixa-me ficar
E viajar no teu mundo
Até ao teu profundo mar!
aster
Eu Para Ti
Prazer de ser
Mais do que tudo para ti...
Prazer de dar
O mundo todo aqui...
Fico no mundo
NĂŁo posso daqui sair
A alma descoberta
Sem conseguir sorrir.
Procuro descobrir,
Entrar na porta aberta
Conhecer o fundo...
O fundo que Ă© teu!
E poder ser
Mais do que queres amar
E poder repartir
O sol e o luar...
Mais do que tudo para ti...
Prazer de dar
O mundo todo aqui...
Fico no mundo
NĂŁo posso daqui sair
A alma descoberta
Sem conseguir sorrir.
Procuro descobrir,
Entrar na porta aberta
Conhecer o fundo...
O fundo que Ă© teu!
E poder ser
Mais do que queres amar
E poder repartir
O sol e o luar...
A mim mesma
Por entre os teus cabelos pretos
Que voam ao sabor do vento
Contam-se amores mil
Que te deram o alento...
No fundo desses teus olhos
Que brilham e quase falam
Há um segredo por contar,
Há questões que te assolam...
Entre as pequenas mĂŁos
Seguras, inteiro, o mundo
Não te cansas de levá-lo
E de vivĂŞ-lo a fundo...
Nos teus lábios uma canção
Na tua boca a alegria
De nĂŁo perder o sentir,
De viver o dia a dia...
aster
Que voam ao sabor do vento
Contam-se amores mil
Que te deram o alento...
No fundo desses teus olhos
Que brilham e quase falam
Há um segredo por contar,
Há questões que te assolam...
Entre as pequenas mĂŁos
Seguras, inteiro, o mundo
Não te cansas de levá-lo
E de vivĂŞ-lo a fundo...
Nos teus lábios uma canção
Na tua boca a alegria
De nĂŁo perder o sentir,
De viver o dia a dia...
aster
Adeus...
Falo...
Mas nĂŁo percebes o que digo.
Calo-me...
E pedes-me para falar.
Se soubesses o que custa,
Se soubesses o preço das palavras...
SĂł falo porque me pedes,
SĂł falo por te amar.
Abraças-me...
Mas nĂŁo me tocas a alma.
Beijas-me...
Mas nĂŁo me penetras o ser.
Sou fria, sou pĂł
E nada do que tu faças
Pode fazer mudar
A minha forma de viver.
Adeus...
Nada mais há para nós.
É o fim...
Tenho hoje que partir.
Não peças para ficar
Sabes que o meu mundo
Me chama e grita por mim
SĂł te resta desistir.
aster
Mas nĂŁo percebes o que digo.
Calo-me...
E pedes-me para falar.
Se soubesses o que custa,
Se soubesses o preço das palavras...
SĂł falo porque me pedes,
SĂł falo por te amar.
Abraças-me...
Mas nĂŁo me tocas a alma.
Beijas-me...
Mas nĂŁo me penetras o ser.
Sou fria, sou pĂł
E nada do que tu faças
Pode fazer mudar
A minha forma de viver.
Adeus...
Nada mais há para nós.
É o fim...
Tenho hoje que partir.
Não peças para ficar
Sabes que o meu mundo
Me chama e grita por mim
SĂł te resta desistir.
aster
O Dia Clareou
O dia clareou azul:
A cor que faz
Quando tudo está bem.
A noite acabou
Meu corpo já não jaz
De novo sou alguém!
Se alguém te perguntar
O que me aconteceu
Diz que foi o vento
Que me levou a alma
E de sangue a encheu
E tirou o sentimento..
Mas agora tudo Ă© luz
O sol brilha no céu
Acordei, olhei o espelho
Sou de novo eu!
aster
A cor que faz
Quando tudo está bem.
A noite acabou
Meu corpo já não jaz
De novo sou alguém!
Se alguém te perguntar
O que me aconteceu
Diz que foi o vento
Que me levou a alma
E de sangue a encheu
E tirou o sentimento..
Mas agora tudo Ă© luz
O sol brilha no céu
Acordei, olhei o espelho
Sou de novo eu!
aster
terça-feira, março 01, 2005
Belo...
És belo,
Permaneces belo...
E amo-te,
Amo a tua beleza!
E fico nesta incerteza
Sem saber o que sentir
Das pedras sinto a dureza
Do chĂŁo sinto o sabor
E isto tudo eu passo
P´ra ter um pouco de amor...
És belo
E belo sempre serás
E amo-te,
Amo a forma como falas
E o meu corpo embalas
Num luar de fantasias
As minhas tristezas calas.
Das nuvens sinto o cheiro
E do sol sinto o calor
Na paixĂŁo desse teu beijo...
aster
Permaneces belo...
E amo-te,
Amo a tua beleza!
E fico nesta incerteza
Sem saber o que sentir
Das pedras sinto a dureza
Do chĂŁo sinto o sabor
E isto tudo eu passo
P´ra ter um pouco de amor...
És belo
E belo sempre serás
E amo-te,
Amo a forma como falas
E o meu corpo embalas
Num luar de fantasias
As minhas tristezas calas.
Das nuvens sinto o cheiro
E do sol sinto o calor
Na paixĂŁo desse teu beijo...
aster
Sabes Quem Sou?
Sabes quem sou?
Sou nota em partitura
Sou ciĂşme, sou loucura
Sou aquilo que te dou.
O que queres de mim?
Nada mais te posso dar
Que o desejo de te amar
Nesta vida e noutra, enfim..
NĂŁo quero estar aqui
Quero voar no teu mundo
Penetrar nele bem fundo
E ficar perto de ti.
Sabes quem sou?
Sou alma que já é tua
Selada, meiga e pura
Sou alguém que te amou...
aster
Sou nota em partitura
Sou ciĂşme, sou loucura
Sou aquilo que te dou.
O que queres de mim?
Nada mais te posso dar
Que o desejo de te amar
Nesta vida e noutra, enfim..
NĂŁo quero estar aqui
Quero voar no teu mundo
Penetrar nele bem fundo
E ficar perto de ti.
Sabes quem sou?
Sou alma que já é tua
Selada, meiga e pura
Sou alguém que te amou...
aster
Pudesse Eu Descrever...
Pudesse eu descrever
Este estranho sentimento
Que tem princĂpio em mim
E em ti tem o seu fim...
Escrevo e tento saber
Aquilo que quero que saibas
Perco-me na estrada escura
Procuro uma pista tua.
Pudesse eu descrever
A luz que me transmites
Quando não estás ausente,
Quando és quem me pertence.
Mas eu fico sem palavras
Fico muda e a tremer
Quando tento explicar
Esta forma de gostar.
E tu vens mais uma vez
E levas-me ao ParaĂso
Nas ondas do teu sorriso
É isto o amor?
Talvez...
aster
Este estranho sentimento
Que tem princĂpio em mim
E em ti tem o seu fim...
Escrevo e tento saber
Aquilo que quero que saibas
Perco-me na estrada escura
Procuro uma pista tua.
Pudesse eu descrever
A luz que me transmites
Quando não estás ausente,
Quando és quem me pertence.
Mas eu fico sem palavras
Fico muda e a tremer
Quando tento explicar
Esta forma de gostar.
E tu vens mais uma vez
E levas-me ao ParaĂso
Nas ondas do teu sorriso
É isto o amor?
Talvez...
aster
O Presente
Um presente te ofereço
O pacote Ă© dourado,
Tem uma fita vermelha
Cor do sangue!
Vai lá dentro uma peça
Delicada, por sinal
É um copo de cristal.
Um copo cheio de nada,
Um copo vazio de tudo.
Preenchido de coisa nenhuma.
É um copo especial
Para brindares a mim,
A ti, a nĂłs,
Ao mundo, enfim...
Neste copo de cristal
Vai o meu coração também
Na esperança que o bebas
E o cuides muito bem.
Recebe, amor, a prenda!
Recebe o que te dou!
Um copo para brindar
Um coração que amou...
aster
O pacote Ă© dourado,
Tem uma fita vermelha
Cor do sangue!
Vai lá dentro uma peça
Delicada, por sinal
É um copo de cristal.
Um copo cheio de nada,
Um copo vazio de tudo.
Preenchido de coisa nenhuma.
É um copo especial
Para brindares a mim,
A ti, a nĂłs,
Ao mundo, enfim...
Neste copo de cristal
Vai o meu coração também
Na esperança que o bebas
E o cuides muito bem.
Recebe, amor, a prenda!
Recebe o que te dou!
Um copo para brindar
Um coração que amou...
aster
PaixĂŁo, Luz, Desatino
PaixĂŁo, luz, desatino
Capricho, desejo teu
O meu corpo no teu perdido
Pintura, pedaço de céu...
Acabo este café curto
Vejo o mundo Ă minha frente
O teu coração eu furto
És passado e és presente...
O que ficou?
Imagem do que já fui
Figura que já amou
Açúcar que se dilui...
Quem és tu p´ra mim?
Desejo apertado no peito,
PaixĂŁo que nĂŁo tem fim
Flor, amor-perfeito!
aster
Capricho, desejo teu
O meu corpo no teu perdido
Pintura, pedaço de céu...
Acabo este café curto
Vejo o mundo Ă minha frente
O teu coração eu furto
És passado e és presente...
O que ficou?
Imagem do que já fui
Figura que já amou
Açúcar que se dilui...
Quem és tu p´ra mim?
Desejo apertado no peito,
PaixĂŁo que nĂŁo tem fim
Flor, amor-perfeito!
aster
Amor...
Amor,
Quando te vejo
A noite acaba
E a luz brilha aqui!
Amor, quando te toco
Tudo se transforma
Por aquilo que sinto por ti!
Amor,
Quando te beijo
O mundo Ă© azul
E as estrelas piscam
Todas ao mesmo tempo
Como se soubessem
Do nosso sentimento...
Amor,
Quando estou contigo
Até o deserto
Arranja companhia
E a manhĂŁ resplandece
Num sorriso que eu amo
Num abraço que me aquece...
aster
Quando te vejo
A noite acaba
E a luz brilha aqui!
Amor, quando te toco
Tudo se transforma
Por aquilo que sinto por ti!
Amor,
Quando te beijo
O mundo Ă© azul
E as estrelas piscam
Todas ao mesmo tempo
Como se soubessem
Do nosso sentimento...
Amor,
Quando estou contigo
Até o deserto
Arranja companhia
E a manhĂŁ resplandece
Num sorriso que eu amo
Num abraço que me aquece...
aster
O Espelho
O dia clareou azul:
A cor que faz
Quando tudo está bem.
A noite acabou
Meu corpo já não jaz
De novo sou alguém!
Se alguém te perguntar
O que me aconteceu
Diz que foi o vento
Que me levou a alma
E de sangue a encheu
E tirou o sentimento..
Mas agora tudo Ă© luz
O sol brilha no céu
Acordei, olhei o espelho
Sou de novo eu!
aster
A cor que faz
Quando tudo está bem.
A noite acabou
Meu corpo já não jaz
De novo sou alguém!
Se alguém te perguntar
O que me aconteceu
Diz que foi o vento
Que me levou a alma
E de sangue a encheu
E tirou o sentimento..
Mas agora tudo Ă© luz
O sol brilha no céu
Acordei, olhei o espelho
Sou de novo eu!
aster
sexta-feira, fevereiro 04, 2005
Palavras ao Vento
Palavras ao vento
As que te digo agora
Por dentro a alma chora
É meu este lamento.
Palavras cruéis e duras
Brancas, negras, sem cor...
Palavras sem amor
Palavras que nĂŁo sĂŁo tuas.
Palavras que de mim saem
E que me fazem falar
Me prendem ao soletrar,
Me prendem a esta margem.
Palavras que me destruem
Num triste mas doce lamento
Que matam neste momento
E que na boca morrem.
Palavras ao vento estas
Que digo hoje e p´ra sempre
Que saem da minha mente
De encontro Ă s tuas arestas...
aster
As que te digo agora
Por dentro a alma chora
É meu este lamento.
Palavras cruéis e duras
Brancas, negras, sem cor...
Palavras sem amor
Palavras que nĂŁo sĂŁo tuas.
Palavras que de mim saem
E que me fazem falar
Me prendem ao soletrar,
Me prendem a esta margem.
Palavras que me destruem
Num triste mas doce lamento
Que matam neste momento
E que na boca morrem.
Palavras ao vento estas
Que digo hoje e p´ra sempre
Que saem da minha mente
De encontro Ă s tuas arestas...
aster
Lamento
Se a minha vida Ă© esta
O que me prende aqui?
Não sei o que faço agora
Que a realidade vi
Deitei tudo a perder
E perdi-me a mim também
Sou nuvem de poeira
Eu sou ninguém...
Não há outra solução
Nem outra porta aberta
Quando tudo se acaba
Nem mesmo a alma desperta
Fico assim nesta muralha
Sem ter meu um sentimento
Já não é hora de chorar
Já não é hora de lamento.
aster
O que me prende aqui?
Não sei o que faço agora
Que a realidade vi
Deitei tudo a perder
E perdi-me a mim também
Sou nuvem de poeira
Eu sou ninguém...
Não há outra solução
Nem outra porta aberta
Quando tudo se acaba
Nem mesmo a alma desperta
Fico assim nesta muralha
Sem ter meu um sentimento
Já não é hora de chorar
Já não é hora de lamento.
aster
quinta-feira, janeiro 27, 2005
Barco, Barquinho...
Barco que andas no mar
Ajuda-me a entender
A gentes, o tempo e o vento
Ajuda-me a ir e a ver.
Barco que navegas aĂ
Leva-me numa viagem
Ajuda-me a nĂŁo naufragar
E a chegar Ă outra margem.
Barquinho de papel
Vem ver o meu parecer
Vem ouvir a minha histĂłria
Ajuda-me a crescer.
Barco com pernas humanas
Acompanha o meu brincar
Ajuda-me a entender
A ir e a voltar
Barco que devaneias
NĂŁo me metas na confusĂŁo
SĂŞ com o meu pensamento
Lê este meu coração.
aster
Ajuda-me a entender
A gentes, o tempo e o vento
Ajuda-me a ir e a ver.
Barco que navegas aĂ
Leva-me numa viagem
Ajuda-me a nĂŁo naufragar
E a chegar Ă outra margem.
Barquinho de papel
Vem ver o meu parecer
Vem ouvir a minha histĂłria
Ajuda-me a crescer.
Barco com pernas humanas
Acompanha o meu brincar
Ajuda-me a entender
A ir e a voltar
Barco que devaneias
NĂŁo me metas na confusĂŁo
SĂŞ com o meu pensamento
Lê este meu coração.
aster
domingo, janeiro 23, 2005
Mil Janelas
Mil janelas caiadas
EstĂŁo dentro do meu peito
SĂŁo janelas fechadas
São vidraças desgastadas
Paisagens sem jeito...
SĂŁo mil janelas brancas
No lugar do coração
Janelas sem esperanças
De saudades mortas tantas
As mil janelas no chĂŁo
Janelas Ă© o que tenho aqui
Tudo o que tenho sĂŁo delas
Com vistas que eu nunca vi
Paisagens que nunca senti
Sozinhas, tristes e belas.
aster
EstĂŁo dentro do meu peito
SĂŁo janelas fechadas
São vidraças desgastadas
Paisagens sem jeito...
SĂŁo mil janelas brancas
No lugar do coração
Janelas sem esperanças
De saudades mortas tantas
As mil janelas no chĂŁo
Janelas Ă© o que tenho aqui
Tudo o que tenho sĂŁo delas
Com vistas que eu nunca vi
Paisagens que nunca senti
Sozinhas, tristes e belas.
aster
O SilĂŞncio...
Num emaranhado de palavras
Surge o silĂŞncio
É a palavra sem som
Que vibra sem se sentir
É uma nota sem som
É uma boca a sorrir.
Neste livro que hoje leio
Faltam as palavras, amor!
Tudo o que existe Ă© a imagem
Do teu abraço apertado
Em que és mais que miragem
Ou sombra do meu passado.
É o silêncio de quem ama
Sem querer assim o coração
É a palavras silenciosa
Nos lábios de quem a não diz
É a vontade teimosa
De viver e de ser feliz...
aster
Surge o silĂŞncio
É a palavra sem som
Que vibra sem se sentir
É uma nota sem som
É uma boca a sorrir.
Neste livro que hoje leio
Faltam as palavras, amor!
Tudo o que existe Ă© a imagem
Do teu abraço apertado
Em que és mais que miragem
Ou sombra do meu passado.
É o silêncio de quem ama
Sem querer assim o coração
É a palavras silenciosa
Nos lábios de quem a não diz
É a vontade teimosa
De viver e de ser feliz...
aster
Ouve amor!
Ouve amor!
Quando me beijas
O mundo fica suspenso
A terra fica colada ao céu.
Quando me tocas
Tudo o que eu sou
És tu e é teu...
Ouve amor!
Quando sinto a tua mĂŁo
O mar mistura-se
Com a areia
Numa relação proibida,
IlĂcita, arriscada
São um só em maré-cheia...
Ouve amor!
Quando vejo o teu sorriso
O vento sopra no deserto
E dorme no seu regaço...
Calmamente fecho os olhos
E adormeço também
No calor do teu abraço...
aster
Quando me beijas
O mundo fica suspenso
A terra fica colada ao céu.
Quando me tocas
Tudo o que eu sou
És tu e é teu...
Ouve amor!
Quando sinto a tua mĂŁo
O mar mistura-se
Com a areia
Numa relação proibida,
IlĂcita, arriscada
São um só em maré-cheia...
Ouve amor!
Quando vejo o teu sorriso
O vento sopra no deserto
E dorme no seu regaço...
Calmamente fecho os olhos
E adormeço também
No calor do teu abraço...
aster
sábado, janeiro 22, 2005
Lembro...
Lembro-me dos tempos passados
Fico-me num pranto profundo
Ouço os soluços abafados
Que parecem ser maiores do que o mundo.
Lembro-me da gente que sente
Do azul que tinha o céu então
Agora tudo parece que mente
Já ninguém tem lá dentro o coração.
Pergunto-me o que me fez ficar
Por que nĂŁo fui com os que foram
Tento a minha alma confortar
Com lagrimas que dos olhos caĂram.
E sinto o peso do mundo em mim
Sinto que está cru e sem sabor
Quando terá o pesadelo fim?
Quando virá enfim o amor?
aster
Fico-me num pranto profundo
Ouço os soluços abafados
Que parecem ser maiores do que o mundo.
Lembro-me da gente que sente
Do azul que tinha o céu então
Agora tudo parece que mente
Já ninguém tem lá dentro o coração.
Pergunto-me o que me fez ficar
Por que nĂŁo fui com os que foram
Tento a minha alma confortar
Com lagrimas que dos olhos caĂram.
E sinto o peso do mundo em mim
Sinto que está cru e sem sabor
Quando terá o pesadelo fim?
Quando virá enfim o amor?
aster
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